Este é o titulo de uma comédia estrelada por Steve Martin, que faz o papel de um pastor espertalhão que utiliza de todos os meios para extorquir dinheiro daqueles que tem fé demais.
Nasci ouvindo que política, futebol e religião eram assuntos que não deveriam ser discutidos, pois não se chegaria nunca a nenhum consenso. Pelo menos dois assuntos nunca me furtei discutir, pois eram parte inerente da minha atividade profissional como jornalista, futebol e política. Já religião, este assunto ficava sujeito a algum fato novo que pudesse justificar. Na ultima sexta-feira, no quadro Filosofia de Vida, conversei com o filosofo Mário Alves sobre a questão da religião se é retorno social ou comercial. O ser humano sempre foi marcado pela crença seja nas questões do dia a dia, como também da existência ou não de um ser superior. Foi justamente a partir desse ponto que surgem as religiões, Mario Alves colocou no bate papo que as religiões tem cunho cultural, já que nosso índio era religioso, assim como o árabe,muçulmano,tibetano, judeu e o cristão. Mas existe uma diversificação muito grande pois depende muito do local onde ele está inserido. A Igreja Católica a partir da Idade Media passou a erguer templos religiosos, como se fossem montanhas, mas com extrema pompa, que está presente nos dias de hoje nas missas. O que a gente tem percebido é que as religiões tem colocado os seus interesses acima dos próprios interesses da humanidade. O governo brasileiro assinou um protocolo com o Vaticano que institui o ensino religioso no país. A matéria foi aprovada pela Câmara dos Deputados, com o protesto do PSOL e do PPS. Alguem duvida que o aumento na filiação em igrejas seja a principal preocupação para uma medida dessa natureza? O contexto brasileiro tem-se mostrado fértil para a multiplicação de credos e seitas religiosas. A ausência de liderança autoritária em questões religiosas mostra-se estimulante para uma disparidade de seitas cada vez maior. Muitas religiões procuram ajudar os fiéis a responder as interrogações da existência humana. Mais que isso, acenam com os vínculos com o eterno como perspectiva para ir alem da existência finita. Pena que a grande maioria ainda não percebeu que a religião está no coração e não no dízimo.
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