Como bom corintiano Mazzaropi não perdeu a chance para homenagear o seu time do coração, quando em 1967 fez o papel do barbeiro Manuel, um fanático torcedor corintiano. Ser corintiano é acima de tudo, uma profissão de fé. Eu não nasci corintiano, mas aprendi a admirar o time do meu coração. Em 1977, logo depois [...]