Terça, 15 de Setembro de 2009
Arquivo Diário
A evolução do estilo jornalístico
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Publicado por admin em 15 Set 2009 | sob: ASSUNTOS DO DIA
Depois de ter recebido em 2008, um Oscar honorário pelo conjunto da sua carreira de compositor de trilhas, Morricone está de volta aos Estados Unidos. Ele vai se apresentar em Los Angeles , no dia 25 de outubro, regendo a Hollywood Bowl Orchestra e coro. No repertório os mais expressivos êxitos de uma vitoriosa carreira como TRES HOMENS EM CONFLITO, ERA UMA VEZ NO OESTE, ERA UMA VEZ NA AMERICA, OS INTOCÁVEIS, A MISSÃO, BATALHA EM ARGEL, INVESTIGAÇÃO SOBRE UM CIDADÃO ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA, CINEMA PARADISO e muitos outros sucessos. Morricone desde 2002 tem empreendido uma carreira concertista com apresentações em diferentes continentes. Só neste ano ele já esteve se apresentando na China, Macedônia, Rússia e Polônia. No ano passado ele viajou bastante, pois esteve na Rússia, México, Chile, Brasil, Lituânia, Grécia e Irlanda. Com isso, Il Maestro tem contribuído para difundir cada vez mais aqueles temas que foram imortalizados por realizações cinematográficas maravilhosas. Assim como o Brasil foi premiado por duas apresentações em anos consecutivos, também os Estados Unidos, quando no ano passado em Nova Iorque Morricone regeu a Roma Sinfonietta no Radio City Music Hall. Agora então é a vez da capital mundial do cinema, Los Angeles, receber a mais importante autoridade da música no cinema, que tem contribuído para estimular muitos compositores da nova geração. O cinema que teve uma safra de notáveis compositores como Max Steiner, Franz Waxman,Dimitri Tiomkin, Victor Young, Erich Wolfgang Korngold, Bernard Herrmann, Alfred Newman, Henry Mancini e tantos outros, hoje tem na figura de Ennio Morricone um grande mestre com uma carreira incomparável e que estimula muitos jovens. Respeitando John Williams, reconhecendo o valor de Hans Zimmer, James Newton Howard e James Horner, a música no cinema precisa de muito mais. Quem sabe na platéia do Hollywood Bowl estejam vários daqueles que num futuro possam despontar como grandes revelações da música no cinema. A sétima arte agradece, assim como aqueles, como eu valorizo a música como uma parte importante do discurso cinematográfico. O programa A Música no Cinema, que apresentamos há 23 anos,de segunda a sexta, das 8 às 9 da noite, na www.universitariafm.ufu.br tem o objetivo de resgatar a importância da música no contexto da cinematografia.
Publicado por admin em 15 Set 2009 | sob: ASSUNTOS DO DIA
Este é o filme que marcou a juventude de muita gente. A figura do Prof. Thackeray, interpretdo por Sidney Poitier, que com muita habilidade conduzia suas aulas para jovens em plena época da contestação. Este filme marcou época e durou até o surgimento de Sociedadedos Poetas Mortos, quando este ultimo o substituiu quando se tratava de debater o tema educação. Por falar em educação, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania aprovou na semana passada um projeto que estabelece o limite máximo de 25 alunos, por sala de aula, no ensino fundamental e de 35 para o ensino fundamental e medio. Mesmo corrigindo uma omissão da Leis de Diretrizes e Bases da Educação, que não especifica o numero de alunos por professor, percebe-se que este projeto dificilmente vai emplacar. Quando falamos sobre sala de aula, logo nos vem a percepção de que os próprios professores focam determinados alunos e acabam por excluir outros. Nesse aspecto, os proprios professores se encarrecam de diminuir a participação de uma parcela dos alunos nas respectivas aulas. Se você perguntar aos professores o que eles acham, por certo vão responder que ensinam pra poucos, pelo fato dos outros não se interessarem. Mais ainda, os professores, a maioria, está convencida de que ensinam bem e dão aulas consideradas boas. Quando falamos de reprovação, então logo surge a máxima pra justificar dando conta de que os alunos não se interessam em aprender ou não querem nada com o estudo.
A grande constatação é de que os alunos só aprenderão alguma coisa, na exata proporção do quanto os professores entendem seus alunos como capazes de aprender. Hoje os educadores concordam que um dos maiores problemas da educação está na repetência. Na realidade, talvez a repetência possa explicar de forma clara, que a sala de aula não foi feita para todos os alunos. Logo de pouco adianta estipular um número máximo de alunos por sala ou por professor. Não importa se serão 25 ou 35 alunos, o que tem que se mudar é a cultura instalada dentro da sala de aula, onde por exemplo, um aluno passa um tempo considerável copiando matérias do quadro negro. O mais importante é que tenham acesso ao ensino todos os que estejam em condições de aprender.