Terça, 13 de Outubro de 2009
Arquivo Diário
A evolução do estilo jornalístico
Arquivo Diário
Publicado por admin em 13 Out 2009 | sob: ASSUNTOS DO DIA
Esse é o título do filme de Frank Darabont que mostra um banqueiro, interpretado por Tim Robbins que acaba na prisão pelo assassinato da esposa.No presidio ele conhece Red, protagonizado por Morgan Freeman, que com sua habilidade e jogo de cintura consegue sobreviver num ambiente hostil, onde as injustiças afloram a cada momento. Usamos o filme pra falar de um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados sob o numero 4581/09, de autoria do deputado Dr. Talmir (PV-SP). O projeto estabelece a criação do IRP-INdice de Ressocialização do Preso, cujo objetivo é medir a situação dos presos no Brasil. Os fatores que incidem para aferição do índice são:condições de acomodação,higiene, qualidade da alimentação, acesso a serviços de saúde,efetividade da assistência jurídica, alem de oferta de estudo e trabalho.Segundo o deputado o objetivo final do seu projeto é contribuir para a melhoria efetiva das condições de vida nas prisões. Mesmo com as condições atuais, os presídios estão abarrotados, imagine então com a implantação do IRP, muita gente vai preferir ficar do lado de dentro das grades. Por isso, o Millôr tem razão quando diz:”No Brasil, as únicas portas que estão abertas a toda a população abaixo da classe média são as da cadeia”.
Publicado por admin em 13 Out 2009 | sob: ASSUNTOS DO DIA
O diretor inglês Barry Skolnick usou sua experiência em comerciais de televisão sobre futebol para levar para as telas dos cinemas o filme PENALIDADE MÁXIMA, que mostra a trajetória de um ídolo do futebol que acaba expulso do time por ter participado de manipulação de resultados de jogos. Mas o assunto que vamos tratar diz respeito ao futebol, mas não a manipulação de jogos, mas sim das partidas disputadas na altitude, como de La Paz que fez mais uma vitima, o Brasil. A Fifa já havia apresentado uma ratificação do veto aos jogos em 19 de março deste ano, proibindo jogos em cidades situadas em altitudes superiores a 2.750 metros. Desta vez, parece que a coisa é pra valer, já que acontece nos dias 17 e 18 de outubro, um congresso médico que vai contar com a participação de especialistas de quase 200 países, que estarão discutindo o assunto. Um dos fenômenos que mais afeta os atletas é a hipóxia (falta de oxigênio no organismo).Por exemplo, pra jogar em La Paz que tem uma altitude de 3600 metros, os jogadores precisariam de um período de trinta dias para se adaptar. Existem vários estudos científicos medindo o impacto que a altitude exercem sobre o desempenho dos atletas, tudo isso será levado em consideração nesse congresso médico da Fifa. Como se vê penalidade máxima contra a altitude, só falta desperdiçar o pênalti. Tudo isso pelo fato de que em termos de futebol a altitude virou adversária e daquelas que decidem o jogo.
Publicado por admin em 13 Out 2009 | sob: ASSUNTOS DO DIA
Aproveitei para rever A BÍBLIA, produção de 1966, que narra a primeira parte que abrange os primeiros 22 capitulos da escrita sagrada. São as passagens mais expressivas, desde a criação do mundo, o surgimento do homen, sua queda e sobrevivencia e da inquebrantável fé no futuro. A direção soberba de John Huston que também faz a narrativa e desempenha o papel de Noé. Huston conta numa entrevista, que um dos elefantes gostava de ser acariciado atrás das orelhas, se ele parasse de fazê-lo, o animal tratava de segurar sua mão com a tromba. Em outro momento, ele conta sobre o hipopótamo, que gostava de ter sua lingua acariciada pelo diretor. O filme foi muito bem feito, mesmo considerando as limitações da época, 1966, onde não haviam muitas alternativas a efeitos especiais espetaculares. Este filme, realizado hoje, implicaria num incremento formidável de efeitos, sendo que a computaçao gráfica se encarregaria de sofisticar a produção, assim como fêz com a trilogia O SENHOR DOS ANEIS. O filme A BIBLIA, conta com um elenco complementado por Peter O’Toole, Ava Gardner e George C Scott. Mas sem dúvida, o ponto alto do filme está na trilha sonora composta pelo japones Toshiro Mayuzume, que contribuiu pra valorizar as imagens e a própria produção. A intenção do produtor italiano Dino Di Laurentis era fazer uma sequencia cinematográfica, mas como o filme não rendeu financeiramente o esperado, o projeto acabou engavetado. De qualquer maneira, este filme é obrigatório não só para os religiosos, mas sobretudo pra quem aprecia a sétima arte . É mais um exemplo do quanto a música pode auxiliar uma narrativa cinematográfica.