Bem que eu como cinéfilo, gostaria de falar sobre esse clássico dirigido soberbamente por Sergio Leone, que marcou época. Com atuações marcantes de Clint Eastwood, Eli Walach e Lee Van Cleef, alem da trilha sonora magistral do mestre Ennio Morricone. Mas o assunto diz respeito à entrevista no quadro Relações de Consumo do programa Trocando em Miúdos de hoje, onde conversamos com a advogada da Pró-Teste, Maria Ines Dolce. A Pró-Teste enviou um ofício para todos os integrantes da Comissão de Assuntos Sociais do Senado, que terá a responsabilidade de referendar ou não a indicação dos três membros da diretoria da Agencia Nacional de Saúde, pedindo para que as indicações sejam rejeitadas. Ocorre que, de acordo com a advogada da Pró-Teste, Maria Ines Dolce, a agencia reguladora, passaria a ter três, dos cinco diretores, ligados a empresas de plano de saúde. Claramente, esta situação poderia representar um desequilíbrio de forças, o que naturalmente acarretaria em prejuízo para os consumidores. A rigor, o que deveria prevalecer em termos de escolha dos diretores, seria a qualificação técnica, o que automaticamente eliminaria qualquer questão relativa a conflito de interesses.A Agência Nacional de Saúde é o órgão responsável pela regulação das relações entre as prestadoras de serviços de saúde complementar e os consumidores. Um dos pontos polêmicos, diz respeito ao ressarcimento ao SUS, dos atendimentos prestados a quem tem plano de saúde. Não por acaso, cabe muito bem uma frase de Napoleão: “Todo homem luta com mais bravura por seus interesses do que por seus direitos.”
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