ORGULHO E PRECONCEITO.



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A obra de Jane Austen já ganhou várias adaptações tanto para o cinema, como televisão. A mais recente é de 2005, em filme dirigido por Joe Wright e que tem uma trilha sonora magistralmente composta pelo italiano Dario Marianelli. Mas pegamos o título do filme pra falarmos da entrevista da linguista Carolina de Paula Machado, ao programa Trocando em Miúdos nesta quarta-feira. Ela foi pesquisar os diversos sentidos da palavra preconceito, num levantamento em dicionários dos séculos XX e XXI, com objetivo de desenvolver sua tese de mestrado. A grande constatação nesse levantamento é que sempre existiu uma certa falta de objetividade no sentido da palavra “preconceito”, que hoje é percebida como exclusão social, só foi percebida como tal em dicionário a partir de 1975. Mesmo pesquisando dicionários que são referencias importantes deu para perceber uma falta de objetividade quando se trata de oferecer maior detalhamento e desdobramentos do significado da palavra “preconceito”.
Janes Austen em sua obra Orgulho e Preconceito procurou oferecer um retrato das relações sociais que permearam o final do século XVIII e início do século XIX. Por outro lado, a Carolina de Paula Machado tentou analisar o significado da palavra preconceito nos dicionários dos séculos XX e XXI relacionando-os com discussões no campo sociológico.

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